sábado, 29 de maio de 2010

Married to a Bedouin

Campanha 24 livros em 2010! Meu livro da quinzena!

Married to a Bedouin - Marguerite van Geldermalsen
279 páginas - Virago
Gênero: História de vida, Biografia

Por que leu este livro?
Estava visitando Petra, na Jordânia, no mês passado e enquanto andava embaixo daquele sol escladante vi uma banca lotada! Corri para ver o que acontecia e autora estava vendendo este livro.

O livro é sobre...
A história de Marguerite van Geldermalsen, uma mulher que nasceu na Nova Zelândia e no início dos seus vinte e poucos anos resolveu fazer um mochilão pelo mundo. Por acaso, foi parar na Jordânia e mais por acaso ainda foi a Petra, interior do país. Era 1978, ou seja, o local era desconhecido para os turistas.

Lá conheceu Mohammed. Em menos de três meses largou o trabalho em Londres, onde morava no momento, e casou-se com o beduíno. Mais o que torna sua história ultra interessante é que ela foi morar em uma caverna no meio das ruínas de Petra.

O que achou mais interessante?
A história em si. Sua coragem e a maneira natural com que trata todo o assunto. Ela simplesmente se apaixonou por ele como se fosse um homem "normal".

Pontos negativos?
Do meio para o final ela conta umas coisas muito nada a ver. E também descreve demais... Mas isso é algo muito particular, eu não gosto de cenários, gosto da história.

Para quem recomenda?
Para todos que queiram conhecer um pouco mais sobre Petra, sobre a cultura local e viajar bastante porque a cultura é muito diferente da nossa.

Nota?
8.






8 comentários:

Georgia disse...

Credo, largou tudo para casar com um beduino e morar numa caverna???

Mas nem a pau, eu ia conseguir algo assim pra minha vida. Imagina! E meu PC onde eu o ligaria, rs.

Gosto de pessoas, gosto de viver olhando as pessoas se desenvolverem. Passar uns dias de férias num lugar assim tudo bem...por isso acho que o livro deve ser suuuuuuuuuuuper interessante!!!!

Eu gosto de detalhes. detesto quando falta esses detalhes nos livros.

Bjao

Sonhos & melodias disse...

Como a Georgia, eu sou urbana demais e não viveria sem meu PC também.
Admiro essas mulheres que largam uma vida organizada e embarcam numa aventura dessas por amor. Acho então que nunca amei pois por homem nenhum largaria tudo na minha vida organizada. Sei lá, mas acho que preciso dessa segurança. Mas, de qualquer modo, vale a pena ler sobre as experiências de vida diferentes na nossa. Valeu Flávia!
Bjs

Depois dos 25, mas antes do 40! disse...

Meninas, mas a maneira como tudo aconteceu é muito legal. A gente tem esta idéia de urbano e tal, mas ela foi visitada por rainhas e ganhava muito dinheiro vendendo coisas para turistas. Na verdade, o que ela virou foi uma celebridade. Depois foram morar fora do país por um tempo, mas ela sentiu saudade da doçura e amabilidade dos Jordanianos.

Quando moraram na Nova Zelândia ela disse que decidiu voltar para a Jordânia principalmente porque não aguentava mais seus parentes e amigos ligarem para saber se poderia ir até a sua casa. Aquela formalidade toda. Segundo ela, era muito melhor poder simplesmente aparecer como o jordanianos faziam. E como nós brasileiros fazemos, rs.

O livro mostra que a vida é muito mais que computador, shopping, essa correria boba nossa do dia a dia. Ela se diverte muito mais e é mega independente.

Apesar das partes arrastadas, eu amei ler sobre essa nova maneira de ver a vida.

Beijosssss

Tucha disse...

Uma história e tanto, um exemplo de coragem para enfrentar o choque cultural em nome do amor. Eu gosto de aventuras, mas só daquelas com data pra acaber, não teria toda esta coragem de mudar tanto a minha vida.

sonia a. mascaro disse...

Esse livro me atraiu, porque um dos meus sonhos de viagem é conhecer Petra. Tenho vários livros de fotografias e vídeos sobre a Jordânia.
Linda a sua foto!
Um abraço.

Celia Rodrigues disse...

Ela é, sem dúvida, muuuuito corajosa! Fico me perguntando se algum dia ela não vai se arrepender de ter optado por esse estilo de vida mais do que inusitado.

Camille disse...

Quem é a autora? Essa que esta na fotinha pequena? Por que parece pela franginha com a mulher da capa do livro, mas esta um pouco diferente.
A autora ja era casada quando encontrou o beduino? Pergunta de curiosidade, mas questao importante, hehehehe. Por que vai que fosse solteira, dificil arrumar um marido interessante em Londres( dificil mesmo...) Ai ela conseguiu um homem para chamar de seu la nas cavernas. Virou uma mulher da idade da pedra, mas casada, em Petra. Estou sendo muito machista? Estou sim, terrivelmente. Mas suponho que um beduino trate seu camelo melhor do que a sua mulher. Para tirar essa impressao terrivel, vou ler o livro, deve ser otimo. Adorei essa coisa diferente, nossa! Bota diferente nisso. Eu preferiria ser freira ou monja no Tibet... Beijos,
Cam

Ana disse...

Gostei!Já existe tradução do livro?

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